[Estante Digital] Profundo Amor - Série Cowboys de Santa Fé Vol.0,5 - Janice Diniz

Alec Adams, um caubói arisco e desconfiado, foi contratado como chefe da segurança da fazenda de um escritor. O novo patrão, que passa metade do ano no exterior, determina uma função especial a ele: a de guarda-costas da sua filha de 17 anos, já que perdeu a autoridade sobre ela. Pai solteiro, Alec aceita o trabalho por ter a chance de juntar dinheiro para comprar o seu pedaço de terra, oferecendo, assim, uma vida melhor à filha. Ele só quer pôr sua cadeira de balanço no alpendre, esquecer o seu passado e se desviar das laçadas da mulherada. Seu coração remendado é avesso a compromisso sério. Então tudo sai errado. A garota é nitroglicerina pura: em apenas uma noite, ela o domina e o seduz fazendo-se passar por outra pessoa e, além de ser mentirosa, ela não se relaciona bem com o pai desde o suicídio da mãe, sete anos atrás. Vivendo com seu gato na companhia da governanta e do gerente da fazenda, Gabrielle Brienne evita encarar a vida adulta que a espera num virar de esquina e se agarra ao seu mundo de fantasia. Até que o destino ou as circunstâncias a põe cara a cara diante de um homem experiente e durão, mas também louco de amor e com a firme intenção de roubá-la de sua família disfuncional e protegê-la de tudo e de todos, inclusive de uma ameaça de sequestro. E para isso Alec terá de invocar seus demônios adormecidos e caçar por Santa Fé inteira esse predador mais perigoso que a onça faminta que ronda as fazendas.

Profundo Amor // Cowboys de Santa Fé // Janice Diniz // Romance Erótico // Independente // 689 páginas // Ano 2014 // Skoob // Amazon


Oi, gente!

Reler esse livro foi ficar literalmente, sem palavras. Fico impressionada em como há livros que trazem um impacto, sabe? Na verdade, não sei por que ainda me impressiono se é o ápice da leitura, certo? A escrita da Janice é muito, muito cativante e atribuo isso toda intensidade do livro.

imagem retirada do Google


Em Profundo Amor, a autora narra a historia do Alec Adams, pai, solteiro e muito carrancudo, esse cowboy tem que uma reputação a zelar na cidade de Santa Fé e da Gabriele Briene, 17 anos, linda, louca e mimada, que vive a vida como se não houvesse amanhã.

Tudo começa quando a protagonista decidiu se passar por “maior” para poder conquistar o carinha do colégio, mas ela acaba dando nos burros d’agua e cai na vida do Alec de paraquedas, convidando-o para fazer ciuminho no paquera e tirar a periguete que ele estava de olho em cima. Tudo em Alec indicava que aquela cabritinha era chave de cadeia, mas deixando toda razão de lado, ele embarcou nessa. O que ele não sabia era que a mulher, linda e sensual, que estava com ele não passava de uma adolescente de 17 anos e sua futura patroa.

Desejar uma mulher como desejava aquela diante de si, uma diabinha com asas de anjo, era pedir para ficar louco.

Alec é contratado como chefe de segurança pelo pai de Gabriele, um famoso escritor, e acaba se mudando para a fazenda dos Briene, colocando a pequena infratora em maus lençóis, porque além de chefe de segurança, ele agora é seu tutor. Em meio a mentiras e enrolações a nossa mocinha não tem para onde fugir, não da  para esconder nada por muito tempo do seu cowboy apaixonado.

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O romance acontece bem rápido, não posso dizer que fui envolvida pela trama no meio da obra, que é quando engata, porque a escrita da autora é tão cativante que você se vê presa facilmente, não querendo perder uma palavra, mesmo que sua vontade é correr para os capítulos finais querendo saber que, diabos, acontece, afinal.

Ansiei por todos os momentos do enredo. E, por incrível que pareça, a imensa imaturidade da Gabriele não me ofendeu (personagens imaturos me dão preguiça), muito menos me cansou, ao contrario, tocou no fundo do meu coração. Pois, tudo era resultado da falta de uma estrutura familiar que ela não teve . A  mocinha precisava era alguém para segurar sua mão e mostrar que ela não estava sozinha.  

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Mas, não pense que é puro drama não, porque esses dois tem uma veia de comedia pulsante. O cenário é country, e isso é bem legal, pois a autora conseguiu fazer um misto de faroeste americano com cerrado brasileiro. A escrita é narrada em terceira pessoa — AMO TERCEIRA PESSOA. Com uma ótima revisão e a capa é linda demais, sô!

— Jesus Amado, só falta suspirar! — exclamou a outra, preocupada. — Gabi, sua palerma, conhecer melhor um homem não significa dar o pote de ouro para ele, entendeu?
— O pote e o ouro são meus e distribuo minha riqueza para quem eu bem quiser.

Posso dizer que fui reconquistada por essa dupla, um casal extremamente erótico, engraçado e muito, mas muito amorzinho! Louca para poder reler toda a série, só para poder contar todas as fofocas de Santa Fé para vocês.

Saiba mais sobre a série: 



Beijos e um queijo mineiro! 
Até a próxima!




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